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Medusa e Manjerico Pequeno

Laboratório d'Estórias

V.LE002VC

Manjerico Pequeno Verde Caldas
 
Ø76x120mm
 
Totalmente feita à mão, a peça “A Medusa e o Manjerico” é composta por um vaso em terracota de fabrico português e uma campânula (manjerico) em faiança vidrada num Branco Mate singular.
É ainda ornamentada com um colorido cravo de papel, feito à mão por uma artesã portuguesa especializada, acompanhado de uma quadra popular do poeta Fernando Pessoa.
No interior do vaso encontra ainda uma carteira de sementes de manjerico para cultivo, fornecida por um dos maiores produtores nacionais desta planta tradicional.
 
Embalagem:
A caixa é feita em cartão microcanelado e envolvida por uma cinta de papel que contém uma ilustração exclusiva realizada em conjunto por dois ilustradores portugueses e o resumo do conto “A Medusa e o Manjerico”, criado de propósito para esta peça.



16,70 €




Descrição

LABORATÓRIO D'ESTÓRIAS
 
Contar a história de um Portugal diferente.
 
É com este espírito que, em Junho de 2013, surge o Laboratório d’Estórias: um espaço experimental de design que pretende inspirar-se nas estórias da cultura popular portuguesa para reinventar objectos tradicionais, utilizando-os para contar novas estórias – e, porque não, para recriar a própria história do país.
 
 
A MEDUSA E O MANJERICO
 
Era uma vez, numa Roma muito, muito antiga, um jovem chamado Perseu que teve o azar de se enamorar pela mulher errada, que de tão errada que era tinha serpentes em vez de caracóis no cabelo e uma cara tão assustadora que era capaz de transformar qualquer coração em pedra. Mas não o dele.
Num certo dia de Junho, aproveitando a euforia das festas sanjoaninas, lá ganhou coragem para com ela ir ter mas, com medo de ser transformado em pedra, decidiu disfarçar-se de manjerico.
“Quem vem lá?”, perguntou a Medusa, perscrutando com o olhar o falso manjerico.
“Sou eu, minha amada”, disse o Perseu, “trago-te aqui um vaso com Erva dos Namorados com uns versos do Fernando Pessoa, pois sei que é o teu poeta preferido” (Erva dos Namorados era o nome que se dava ao manjerico na Roma Antiga).
“Onde estás”, atirou a Medusa; “Mostra-te, que não te consigo ver”.
“Estou aqui, meu amor, no manjerico”, gritou o Perseu meio a medo; e tinha razão.
Antes mesmo que acabasse a frase, zás; a Medusa transformou o manjerico em pedra só de olhar para ele, com aquele olhar que as mulheres costumam deitar quando nos esquecemos do dia do seu aniversário.
Só que o amor de Perseu era tão grande, tão vivo e tão quente, que funcionou como um contra-feitiço: só a parte de fora do manjerico é que ficou petrificada.
Dentro do vaso, continuava a ter espaço para respirar; e havia terra e sementes e tudo.
“Olha que bela ideia”, pensou ele, admirado com a sua sorte, “assim, posso plantar o meu manjerico como símbolo do meu amor e, quando ele morrer, tenho este de pedra para me lembrar do quão bonito era aquele que eu plantei”.
Enchendo-se de coragem, saiu de dentro da campânula petrificada e escapou-se sorrateiramente, aproximando-se o suficiente da Medusa para lhe roubar um beijo.
Surpreendida, a Medusa acabou por perder a cabeça – de amores, claro! – transformando-se numa bela donzela.
E assim foi, e viveram juntos e felizes para sempre – e o manjerico tornou-se no bouquet de casamento dos dois; uma lembrança para todo o sempre de que, mesmo por baixo de uma capa de pedra, pode florescer um amor verdejante.

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